domingo, 7 de abril de 2013

Trabalho na horta estimula aprendizagem e solidariedade



Na cidade satélite de Santa Maria, a 26 quilômetros de Brasília, no Distrito Federal, a professora Tania Maria da Silva Nogueira desenvolve, há quatro anos, o projeto Semeando e Crescendo Juntos. Com essa atividade, que realiza com alunos da educação infantil do Centro de Atenção Integral à Criança (Caic), a professora quer que os alunos vivenciem todo o processo de cultivo em uma horta, desde o preparo da terra até o consumo das hortaliças.
Segundo Tânia Maria, os alunos demonstram muito interesse pelas atividades na horta. Ela acredita que o período dedicado a esse trabalho é uma hora de influência mútua do grupo, em que todos se ajudam e atuam juntos. “Como são alunos da educação infantil, há necessidade de um acompanhamento que intercale monitoramento intensivo com liberdade”, ressalta.
A intenção é que os alunos se sintam autônomos e possam construir conceitos e elaborar interações que levem a uma aprendizagem significativa. Conceitos como dentro-fora, grande-pequeno, cheio-vazio, bem como diferentes texturas e cores são alguns dos conhecimentos trabalhados em sala de aula e vivenciados na horta.
Tânia Maria explica que, só depois de trabalhar o tema alimentação saudável na sala de aula é que começa a delinear, com os estudantes, quais produtos serão plantados. Como algumas hortaliças dependem da estação do ano e possuem épocas próprias para semeadura, geralmente começam pelo plantio de couve, cebolinha, coentro, pimentão e tomate.
Na época da colheita, os alunos levam uma parte do produto para casa e o restante é utilizado para o enriquecimento da merenda da escola. “É extremamente gratificante perceber a felicidade no rosto do aluno, quando a mãe vem buscá-lo e ele a recebe com um produto que foi cultivado por ele e sua turma”, destaca a professora.
Para Tânia Maria, o trabalho conjunto tem sido fundamental para a sucesso do projeto, desenvolvido também pelas professoras Evelin dos Santos, Ivanilde de Magalhães, Joelma de Oliveira, Maria Cela de Brito, Maria do Rosário Mendes e Roseane Cavalcante. O apoio de professores, gestores, pais de alunos, vigilantes, da porteira e do responsável pela merenda escolar da escola se manifesta de diversas maneiras, que incluem desde a aquisição de sementes e adubo orgânico até a rega da horta nos finais de semana e feriados. “Juntos, formamos uma equipe. Isso é o essencial”, avalia.
Experiência – A conhecida experiência realizada nas escolas, em que um grão de feijão é colocado em um algodão molhado para que a criança possa acompanhar sua germinação, foi feita de forma diferente pela professora Tânia Maria, nas aulas de ciências. Os feijões foram plantados num cantinho da horta e os alunos puderam observar não apenas o processo de germinação como ainda o crescimento da planta, o amadurecimento da vagem e a mudança nas cores até que possa ser consumido. Nas aulas de português, a professora trabalhou a história João e o pé de feijão, conto de fadas de origem inglesa, com direito à dramatização.
Para Tânia Maria, que atua como coordenadora do projeto Educação Integral, voltado ao atendimento de alunos em atividades diversificadas no contraturno da aula, a criança tende a levar para fora da escola aquilo que aprende. Por essa razão, preocupa-se em oportunizar aos alunos, desde cedo, a vivência de experiências que provavelmente carregarão pela vida toda.
Pedagoga com habilitação nas séries iniciais, orientação educacional e supervisão escolar, ela é pós-graduada em educação especial e inclusiva. Cursa, atualmente, pós-graduação em coordenação pedagógica na Universidade de Brasília. (Fátima Schenini)

A ESCOLA DO MEU TEMPO




           A ESCOLA DO MEU TEMPO são as memórias na área da educação, da professora Inalda Cabral Rocha, nascida na zona rural de Pau dos Ferros, Rio Grande do Norte. Ela conta episódios e experiências que vivenciou como aluna, na roça; depois, com a migração da família para Mossoró, estudou como interna, no então Ginásio Sagrado Coração de Maria, fundado e dirigido pelas Irmãs Franciscanas Hospitaleiras da Imaculada Conceição, de Portugal, de onde saiu para a Escola Normal de Mossoró e ingressa no mercado de trabalho.
             Professora, diretora de escola pública, Diretora de Educação de Mossoró, chefe do NURE - hoje DIRED; Coordenadora do Mobral e dona de colégio particular, aos oitenta e seis anos de idade, a menina que sonhou ser professora, explica como galgou essas funções sem o curso superior, já que seu ingresso na universidade se deu após a aposentadoria. Seu trabalho mereceu reconhecimento em vida, com a inauguração da Escola Estadual Inalda Cabral. Em fevereiro de 2011, recebeu da cúpula da Secretaria de Segurança Pública e Polícia Militar do Rio Grande do Norte, homenagem como madrinha de formatura dos oficiais do PROERD – Programa de Erradicação às Drogas - em reconhecimento pelos serviços prestados na área da educação. 

Agosto de 2011            

sábado, 6 de abril de 2013

JÁ ERA TEMPO: Crianças a partir de quatro anos terão que ser matriculadas em escolas obrigatoriamente.



A partir de 2016, as crianças deverão ser matriculadas na educação básica a partir dos quatro anos de idade. Para atender a essa obrigatoriedade de pais e responsáveis, as redes municipais e estaduais deverão se adequar, dentro do mesmo prazo, para acolher alunos de quatro a 17 anos. O fornecimento de transporte, alimentação e material didático também será estendido a todas as etapas da educação básica. 

Essas mudanças são determinadas pela Lei 12.796, sancionada pela presidenta Dilma Rousseff e publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira, 5. Essa lei ajusta a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) à emenda constitucional 59, de 11 de novembro de 2009, que tornou obrigatória a oferta gratuita de educação básica a partir dos quatro anos. 

A lei 12.796 também estabelece que a educação infantil, que contemplará crianças de quatro e cinco anos na pré-escola, será organizada com carga horária mínima anual de 800 horas, distribuída por no mínimo 200 dias letivos. O atendimento à criança deve ser, no mínimo, de quatro horas diárias para o turno parcial e de sete para a jornada integral. Isto já valia para o ensino fundamental e o ensino médio.

Outras mudanças – As alterações nos artigos da LDB também englobam educação especial. De acordo com a lei 12.796, entende-se por educação especial a modalidade de educação escolar, oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para pessoas com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação.

O texto da lei também garante que “o poder público adotará, como alternativa preferencial, a ampliação do atendimento aos educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação na própria rede pública”. 

Houve também a inclusão no texto da LDB de “consideração com a diversidade étnico-racial” entre as bases nas quais o ensino será baseado. 

FONTE: Assessoria de Comunicação Social

CONSELHOS VENCIDOS PODEM IMPEDIR QUE OS RECURSOS DO PNAE SEJAM REPASSADOS PARA AS SECRETARIAS



Mais de 780 entes federativos podem ficar sem os recursos do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) devido a irregularidades na situação dos conselhos de alimentação escolar. Esses conselhos são responsáveis por acompanhar a execução do programa em cada localidade do país. Caso estejam com mandato vencido, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) fica impedido de transferir os recursos federais para a alimentação escolar.


No total, 780 municípios estão com seus conselhos de alimentação escolar (CAE) vencidos. Seis estados – Acre, Amazonas, Maranhão, Pará, Rondônia e Sergipe – estão na mesma situação. “Se esses entes não regularizarem a situação rapidamente, podem ficar sem os recursos da próxima parcela do Pnae”, afirma o diretor de Ações Educacionais do FNDE, Rafael Torino.

Este ano, o orçamento do programa é de R$ 3,5 bilhões, para beneficiar 44 milhões de alunos da educação básica (educação infantil, ensino fundamental, ensino médio e educação de jovens e adultos). O dinheiro é transferido em 10 parcelas mensais, para atender 200 dias letivos, e deve ser utilizado na aquisição de gêneros para a alimentação escolar.

Contas – Municípios, estados e o Distrito Federal têm prazo até 30 de abril para enviar as prestações de contas de 2011 e 2012 do Pnae por meio do Sistema de Gestão de Prestação de Contas (SiGPC), disponível no portal eletrônico do FNDE. As contas serão analisadas inicialmente pelos conselheiros do CAE, que terão até 14 de junho de 2013 para registrar seus pareceres, aprovando ou não as contas, no Sistema de Gestão de Conselhos (Sigecon).

O mesmo prazo vale para o envio das prestações de contas do Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (Pnate) e do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE). Quem não cumprir a determinação pode ficar sem os recursos dos três programas enquanto não regularizar a situação. 

Assessoria de Comunicação Social do FNDE

PROINFÂNCIA


COMEMORANDO A PÁSCOA ESCOLA IDELZUITE FERNANDES E COMUNIDADE DE GANGORRA.

Na tarde deste sábado foi realizado a celebração da páscoa das crianças de Gangorra, zona rural de Tibau, onde a Prof.ª Socorro Nascimento fez a celebração da palavra com as crianças e logo após foram entregues  lanches, ovos de páscoa, bolo e lancheira. Vale salientar o esforço de Carla, a primeira dama da cidade e de Conceição Gomes de Gangorra.






















O grande professor...